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IN.SO.LEN.TE

O porquê disto tudo

 

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Entrei no jornalismo por acaso, e depressa percebi que teria de trabalhar muito para estar à altura da profissão. Ao fazer das perguntas uma rotina, fui começando a questionar as minhas próprias convicções sobre o que achava que sabia. Compreendi que não há verdades absolutas e que existem sempre (pelo menos) duas visões sobre a mesma situação. 

Ao contactar com diferentes pessoas percebi também a escalada de desinformação em que estamos imersos. As fake news movem montanhas e ameaçam a democracia sob o pretexto do protecionismo.

Perante estas e muitas outras questões fraturantes decidi ser IN.SO.LEN.TE, e dizer o que penso, sem nunca descartar o limbo da incerteza que para mim é constante e inevitável. Talvez pela mesma razão tenha decidido criar este espaço, onde critico e analiso o que a mim me interessa, na esperança que interesse a tantos outros.

Sendo fiel à minha mania das organizações categóricas, defini os conteúdos em "Dilemas da Sociedade", "Política e Mundo" e "Interrogações Próprias". Enquanto os dois primeiros se prendem com análises da atualidade, o último diz respeito a questões que me fraturam pessoalmente e que por isso me apeteceu expôr ao mundo.

Assim sendo, resta-me frisar o óbvio: os textos que aqui se apresentam são análises críticas e subjectivas sobre os temas da actualidade e que têm como objectivo contribuir para que também outros façam perguntas. 

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3 comentários

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    pedro 30.03.2020

    ocorre-me e vou acrescentar um exemplo melhor : antigamente havia uma unica religiao , coisa horrivel !!! Hoje existe uma religiao em cada esquina.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 31.03.2020

    Na minha opinião isso é muito difícil de responder, pois não acredito que haja uma forma de unificar pessoas numa só visão. Não há verdades absolutas. Há sempre divergências é isso é positivo, desde que haja abertura para ouvir posições contrárias. Não tenho de gostar do Benfica e do Porto. Posso apenas gostar de um, e aceitar que há quem prefira o outro. Claro que isto é a discrição de uma situação idílica e irrealizável (especialmente no futebol português), mas acho que é aí que estaria a grande riqueza: a do diálogo e do contraste.
    Penso que o mesmo se aplica à religião. Nunca houve só uma. Sempre houve várias e muitas variantes da mesma. A sensação que hoje temos de dispersão é porque temos acesso a Informação de qualquer parte do mundo. Isso faz-nos acreditar que eu existem mais coisas mas na verdade muito do que descobrimos já existia, simplesmente não nos era familiar 🙂
    Pelo menos é está a minha visão

    A INSOLENTE
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    Sofia Craveiro. Jornalista por obra do acaso. Leitora e cronista nas horas vagas.

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